Uma paixoneta
Era de noite, a Ana estava a ver a novela quando de repente, a mãe ordenou:
- Já são dez horas Ana, por isso desliga a televisão e pousa o comando.
A Ana desligou a televisão e pousou o comando na mesinha de cabeceira.
- Ai, ai, estás a magoar-me comando. – Comentou a mesinha de cabeceira. Pois, ela não gostava do comando, mas ele tinha uma paixãozinha por ela e não queria admitir.
O comando murmurou:
- Sempre resmungona, mas eu gosto de ti assim.
…
Certo dia, o comando, estava no seu escritório a fazer um desenho que dizia:
AMO-TE
MESINHA
Sem o comando dar por isso , a mesinha entrou e viu esse desenho.
- Óh! Que romântico. Também te amo comando! Pensou a mesinha com uma lágrima no olho.
O comando ao vê-la a ler ficou atrapalhado.
- O que estás a fazer? – Interrogou.
- Eu amo-te comando. Queres namorar comigo? Propôs a mesinha.
Claro que sim. És o meu amor. Acrescentou o comando.
Casaram e ficaram muito felizes…
Catarina 4º (Ano Turma F)
A Revista e o livro
Um belo dia encontraram-se o livro e a revista:
- Bom dia livro!
Olha-me esta atrevida – pensou o livro. Quem julgas tu que és para falar para mim, simples e brega revista? Interrogou o livro.
- Deves achar-te muito importante, livro?! - Inquiriu a revista.
- Claro. Não é por acaso que eu sou escolhido pelos mais cultos!
- Pois eu sou requisitada por toda a gente, tenho sempre novidades fresquinhas. - Exclamou a revista.
- Pois, és aperciada da pelos incultos, fica com as tuas intrigas que eu continuo a dedicar-me a transmitir cultura. - Respondeu o livro arrogante, abandonando a conversa.
Tiago (4º Ano Turma F)
Pages
domingo, 17 de fevereiro de 2008
O Carnaval
Antigamente ,no Carnaval, as pessoas não se mascaravam como agora! Vestiam roupas velhas (normalmente escuras) e tapavam a cara com lenços e rendas, eram os chamados “caretos”.
Juntavam-se algumas pessoas e passeavam pelas ruas fazendo brincadeiras. À noite iam ver o Pai da Fartura rebentar e lia-se a sentença, que é uma espécie de critica à sociedade, em forma de verso.
Agora é tudo muito diferente: Já se compram os fatos de princesa, super-homem, palhaço, etc. também se usam pinturas e purpurinas para as pessoas se pintarem.
Realizam-se desfiles com os Zíngaros, Escolas de Samba, fogo de artifício e até se deita farinha, ovos água para as outras pessoas.
À noite vê-se o Pai da Fartura rebentar para manter a tradição de antigamente.
Como vêem a diferença é muita e as pessoas divertem-se de maneira diferente.
Mafalda (4º Ano Turma F)
Juntavam-se algumas pessoas e passeavam pelas ruas fazendo brincadeiras. À noite iam ver o Pai da Fartura rebentar e lia-se a sentença, que é uma espécie de critica à sociedade, em forma de verso.
Agora é tudo muito diferente: Já se compram os fatos de princesa, super-homem, palhaço, etc. também se usam pinturas e purpurinas para as pessoas se pintarem.
Realizam-se desfiles com os Zíngaros, Escolas de Samba, fogo de artifício e até se deita farinha, ovos água para as outras pessoas.
À noite vê-se o Pai da Fartura rebentar para manter a tradição de antigamente.
Como vêem a diferença é muita e as pessoas divertem-se de maneira diferente.
Mafalda (4º Ano Turma F)
Carnaval
Antigamente o Carnaval chamava-se Entrudo.
As pessoas faziam as suas próprias máscaras e vestiam-se com roupas velhas.
A minha avó Inocência , tinha no sótão muitas roupas velhas.
Algumas raparigas e rapazes iam a casa da minha avó para ela os vestir. Uns vestiam-se de mulheres outros de homens, ela fazia-lhes uma marreca nas costas, um rabo grande , outros com barriga de grávida e mamas grandes, tapavam a cara com farrapos velhos faziam os olhos e a boca com buracos e tapavam as mãos com meias velhas .
Depois iam pelas ruas das aldeias mascarados e faziam partidas às pessoas.
Mariana (4º Ano Turma F)
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
S. Valentim visitou a escola de Selores
Como o dia apelava ao amor e à poesia os alunos deram asas à sua criatividade e o resultado foi este:

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Obrigado S. Valentim!!!
por nos teres dado este dia
gostamos muito de ti
com carinho e alegria
Lusa Raquel 4ºano
O amor do S. Valentim
e tão quente como a paixão
como a brisa do mar
no meu coração
Tiago 4ºano
Eu quero namorar contigo
ter muita felicidade
mas para chegar aí
terá de haver muita amizade
Ana Cristina 4ºano
Quem tiver namorado
um cartão lhe pode dar
quem não tiver
dá a um familiar
dá a um familiar
Patricia 4ºano
Dia de S. Valentim
dia tão abençoado
vou escrever uma carta de amor
e dá-la ao meu namorado
Jéssica 2ºano
Neste dia especial
dia dos namorados
há troca de prendas e beijinhos
mesmo entre os que estão casados
Tânia 2ºano
Se eu tivesse um namorado
dava-lhe uma flor
um beijo e um abraço
e uma carta de amor
Lucas 2ºano
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
A Lenda dos Três Rios
Era uma vez três rios que nasceram em Espanha. Chamavam-se Douro, Tejo e Guadiana. Estavam um dia a contemplar as nuvens e perguntaram-lhes donde vinham.
- Do mar - responderam elas. - É o nosso pai e o nosso avô.
- Onde fica o mar? - perguntaram os rios.
- Lá longe, em Portugal - responderam as nuvens.
- É grande?
- É, é muito grande.
- Havemos de ir ver o mar.
E combinaram que no dia seguinte iriam os três ver o mar. Assim fizeram.
O Guadiana acordou primeiro e lá foi calmamente, contemplando os montes e as belezas que o espreitavam, e escolhendo os caminhos por onde passava, ao chegar a Vila Real de Santo António parou maravilhado. O segundo foi o Tejo. Quando acordou já o sol ia alto. Começou a andar depressa, quase não escolhendo caminho, mas, quando entrou em Portugal, pensou lá consigo que já deveria ter muito avanço e lembrou-se de gozar as campinas e os montes, espreguiçando-se nas margens planas, antes de se lançar nos braços do avô. O Douro, quando acordou e se viu só, nem esfregou os olhos. Partiu à pressa por desfiladeiros e precipícios, não escolhendo caminho, nem pensando em gozar a natureza.
Assim foi ele que, muito sujo e enlameado, chegou em primeiro lugar. E assim é também que os nossos três rios mais importantes têm características diferentes
retirada daqui pela escola do Pombal turma J1
- Do mar - responderam elas. - É o nosso pai e o nosso avô.
- Onde fica o mar? - perguntaram os rios.
- Lá longe, em Portugal - responderam as nuvens.
- É grande?
- É, é muito grande.
- Havemos de ir ver o mar.
E combinaram que no dia seguinte iriam os três ver o mar. Assim fizeram.
O Guadiana acordou primeiro e lá foi calmamente, contemplando os montes e as belezas que o espreitavam, e escolhendo os caminhos por onde passava, ao chegar a Vila Real de Santo António parou maravilhado. O segundo foi o Tejo. Quando acordou já o sol ia alto. Começou a andar depressa, quase não escolhendo caminho, mas, quando entrou em Portugal, pensou lá consigo que já deveria ter muito avanço e lembrou-se de gozar as campinas e os montes, espreguiçando-se nas margens planas, antes de se lançar nos braços do avô. O Douro, quando acordou e se viu só, nem esfregou os olhos. Partiu à pressa por desfiladeiros e precipícios, não escolhendo caminho, nem pensando em gozar a natureza.
Assim foi ele que, muito sujo e enlameado, chegou em primeiro lugar. E assim é também que os nossos três rios mais importantes têm características diferentes

retirada daqui pela escola do Pombal turma J1
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
O Inverno
É uma estação do ano em que os dias são mais pequenos e há menos bicharada. No Inverno, as pessoas acendem fogueiras para não terem frio. Os meninos vestem roupas grossas para irem brincar com a neve e fazer muitos bonecos. No Inverno alguns animais vão para países mais quentes e algumas árvores ficam despidas.
Nesta estação costuma chover muito.
Nesta estação costuma chover muito.
Rafael - Turma D
Carrazeda – 3º ano
Carrazeda – 3º ano
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
Sonhos de Carnaval
A elaboração dos sonhos de Carnaval foi muito mais movimentada do que dão a perceber as fotos. Uma avaria técnica da máquina fotográfica impediu uma melhor reportagem. As nossas desculpas...Pólo do Pombal
Sonhos de Carnaval
Ingredientes :
6 ovos
raspa de laranjas
1 copo de água ardente
18 colheres de azeite
18 colheres de açúcar
18 colheres de leite
1 colher de chá de bicarbonato
1 colher de café de pó royal
2 colheres de sopa de farinha maizena
Farinha q.b. até poder moldar com as mãos.
Preparação :
Batem-se os ovos com o açúcar e depois de batidas junte-lhe a água ardente a raspa das laranjas, o azeite, o leite, por fim incorpore a farinha, o fermento e a maizena e deixa-se levedar 20 min. em sitio quente.
Fazem-se bolinhos e fritam-se em óleo bem quente, polvilham-se com açúcar e canela.
Pólo do Pombal
6 ovos
raspa de laranjas
1 copo de água ardente
18 colheres de azeite
18 colheres de açúcar
18 colheres de leite
1 colher de chá de bicarbonato
1 colher de café de pó royal
2 colheres de sopa de farinha maizena
Farinha q.b. até poder moldar com as mãos.
Preparação :Batem-se os ovos com o açúcar e depois de batidas junte-lhe a água ardente a raspa das laranjas, o azeite, o leite, por fim incorpore a farinha, o fermento e a maizena e deixa-se levedar 20 min. em sitio quente.
Fazem-se bolinhos e fritam-se em óleo bem quente, polvilham-se com açúcar e canela.
Pólo do Pombal
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
Máscaras
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
A fada Oriana
"Oriana espreitou para dentro do casebre. A mulher do lenhador estava sentada no chão e tinha o filho a dormir no colo. Estavam os dois tão pálidos e tão magros que Oriana mal os reconheceu. Não havia nem cama, nem colchão, nem banco, nem móvel nenhum. Havia só, a um canto, um monte de trapos.
Oriana sentiu os olhos encherem-se de lágrimas. Sentiu um nó na garganta e um terrível peso sobre as suas costas. Era como se tivesse umas asas de chumbo."
Sofia de Mello Breyner Andresen, A fada Oriana.
Repara nas três expressões que mostram a tristeza da fada: "nó na garganta"; "peso sobre as suas costas"; "asas de chumbo"
EB1 Pombal - Turma J1
Oriana sentiu os olhos encherem-se de lágrimas. Sentiu um nó na garganta e um terrível peso sobre as suas costas. Era como se tivesse umas asas de chumbo."
Sofia de Mello Breyner Andresen, A fada Oriana.
Repara nas três expressões que mostram a tristeza da fada: "nó na garganta"; "peso sobre as suas costas"; "asas de chumbo"
EB1 Pombal - Turma J1
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
Luz,sombra e imagem.
Ontem as turmas J e J1 do Pombal tiveram uma aula diferente.
Foi uma aula onde puderam explorar e verificar que a luz só se propaga em linha recta; os objectos maiores têm sombras maiores e que o nº de imagens que podemos obter combinando 2 espelhos planos, depende das diferentes posições dos espelhos.
No final aprendemos a construir um caleidoscópio.
domingo, 20 de janeiro de 2008
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
Biografia de Brites de Almeida
Chama-se BRITES de ALMEIDA.Nasceu em Faro no Algarve em 1350.
Ficou órfã e gostava de andar à pancada quando era pequenina.
Esteve em Argel, em África, e foi padeira em Aljubarrota.
Participou na batalha contra os castelhanos e ainda matou sete, que se tinham escondido dentro do forno, com a pá. Ganhou a admiração de todose ficou conhecida pela padeira de Aljubarrota.
Casou com um humilde lavrador em 1389 e não se lhe conhecem filhos.
Vivem o resto dos dias em Aljubarrota e morreu em paz junto do seu lavrador.
A Brites de Almeida foi corajosa e merece todo o nosso respeito.
Turma J1 da EB1 do Pombal, após pesquisa na Internet - http://www.junior.te.pt/servlets/Rua?P=Portugal&ID=1124, http://www.vidaslusofonas.pt/brites_de_almeida.htm
A fada Oriana
«Que difícil que é a vida dos homens»., pensou Oriana. «Eles não têm asas para voar por cima das coisas más»
(de Sofia de Mello Breyner "A fada Oriana")
(A história que estamos a ler na turma J1 da Eb1 do Pombal)
(de Sofia de Mello Breyner "A fada Oriana")
(A história que estamos a ler na turma J1 da Eb1 do Pombal)
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
Quadras
I
“Sape, gato!", lambareiro,
Sai da frente da lareira.
Vai miar para o telhado,
Caçar ratos p’ro palheiro.
II
Bufa, todo assanhado,
O gato da tia Inácia.
Por coisa boa, não é.
Quem o terá maltratado?
III
“Atirei com o pau ao gato”,
Não é coisa que se cante.
Mesmo sendo a brincar,
Não o ensine ao gaiato .
IV
Vem daí, minha gatinha,
Não paraste de rosnar.
Há muito pingas de sono,
Vamos deitar na caminha.
Fernando Augusto de Figueiredo
do livro: Pombal de Ansiães: A terra e a memória
(turma J1 da EB1 do Pombal)
“Sape, gato!", lambareiro,
Sai da frente da lareira.
Vai miar para o telhado,
Caçar ratos p’ro palheiro.
II
Bufa, todo assanhado,
O gato da tia Inácia.
Por coisa boa, não é.
Quem o terá maltratado?
III
“Atirei com o pau ao gato”,
Não é coisa que se cante.
Mesmo sendo a brincar,
Não o ensine ao gaiato .
IV
Vem daí, minha gatinha,
Não paraste de rosnar.
Há muito pingas de sono,
Vamos deitar na caminha.
Fernando Augusto de Figueiredo
do livro: Pombal de Ansiães: A terra e a memória
(turma J1 da EB1 do Pombal)
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
Lista de palavras da letra G.
Somos os meninos do 1º ano e, sempre que damos uma letra nova,
costumamos fazer uma lista de palavras no quadro. Hoje decidimos partilhar no blog esta aventura...
gago - galo - gato - gola - galinha - gorro
golpe - Tiago - Gabriel - Graça - água

gaveta - inglês - galeria - gaivota
gota - Augusto - Gonçalo - gafanho
gaiola - gazela - estômago - gabinete
águia - garfo - Guerra - morcego
lagarta - garrafa - Guadiana - golo
1º ano/ Turma j/ Pólo de Pombal
sábado, 12 de janeiro de 2008
O Inverno
O Inverno é frio,
o inferno é quente
o inverno arrefece-nos
e o inferno assusta a gente.
Ana Patrícia Afonso Morais
Inverno fria estação

não me deixas ver o sol
fazes -me vestir muita roupa
luvas , gorro e cachecol.
Francisco Miguel Ferreira Guerra
Inverno tão frio és
vai te embora não te quero mais
deixa vir a Primavera
com sol , flores e pardais.
Tatiana Vanessa Gonçalves Carvalho
Inverno és tão rigoroso
congelas o meu nariz
fazes recolher toda a gente
o coelho,a lebre e a perdiz.
Ana Sofia Dos Santos Moreira
3º ano turma J/ Pombal
o inferno é quente
o inverno arrefece-nos
e o inferno assusta a gente.
Ana Patrícia Afonso Morais
Inverno fria estação

não me deixas ver o sol
fazes -me vestir muita roupa
luvas , gorro e cachecol.
Francisco Miguel Ferreira Guerra
Inverno tão frio és
vai te embora não te quero mais
deixa vir a Primavera
com sol , flores e pardais.
Tatiana Vanessa Gonçalves Carvalho
Inverno és tão rigoroso
congelas o meu nariz
fazes recolher toda a gente
o coelho,a lebre e a perdiz.
Ana Sofia Dos Santos Moreira
3º ano turma J/ Pombal
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
A Bela Adormecida
Era uma vez uma família rica que teve uma filha. E no dia do baptizado os pais disseram todos entusiasmados:
- Olhai a minha menina que acabou de nascer!
De repente chegam as fadas, e então uma exclamou:
- A vossa filha já é muito bonita e quando crescer vai ser muito, muito mais bonita!
E a outra lançou um feitiço sobre a menina dizendo:
- Quando ela crescer vai-se picar e cair adormecida e nunca mais vai acordar. Ah!... Ah!... Ah!...
Então os pais com medo que isso acontecesse nunca mais deixaram as pessoas utilizar fusos de fiar ou rocas só para proteger a filha.
Passado alguns anos, quando a princesa Bela já era mais crescidinha foi passear sozinha no jardim. De repente viu uma velha senhora com um fuso a fiar lã… Então Bela perguntou:
- Olá minha Sr.ª posso ajudá-la?
E a Sr.ª disse que sim.
Bela sem desconfiar de nada pegou no fuso e picou-se, e conforme a fada má tinha dito Bela caiu adormecida no chão.
Passados alguns anos apareceu no jardim um belo príncipe que viu Bela e logo se apaixonou dizendo:
- Aquela rapariga é tão bonita…
Deu-lhe um beijo e com o seu amor quebrou o feitiço fazendo assim com ela acordasse e Bela ao ver o príncipe também se apaixonou por ele.
Passaram 2 meses, eles decidiram casar. Então o rei todo entusiasmado exclamou:
- Vinde todos, vinde todos! Hoje é o casamento da minha filha. Vinde todos!…
E viveram felizes para sempre!!!
Susana - 4.º ano - EB1 Pombal -turma J1
- Olhai a minha menina que acabou de nascer!
De repente chegam as fadas, e então uma exclamou:
- A vossa filha já é muito bonita e quando crescer vai ser muito, muito mais bonita!
E a outra lançou um feitiço sobre a menina dizendo:
- Quando ela crescer vai-se picar e cair adormecida e nunca mais vai acordar. Ah!... Ah!... Ah!...
Então os pais com medo que isso acontecesse nunca mais deixaram as pessoas utilizar fusos de fiar ou rocas só para proteger a filha.
Passado alguns anos, quando a princesa Bela já era mais crescidinha foi passear sozinha no jardim. De repente viu uma velha senhora com um fuso a fiar lã… Então Bela perguntou:
- Olá minha Sr.ª posso ajudá-la?
E a Sr.ª disse que sim.
Bela sem desconfiar de nada pegou no fuso e picou-se, e conforme a fada má tinha dito Bela caiu adormecida no chão.
Passados alguns anos apareceu no jardim um belo príncipe que viu Bela e logo se apaixonou dizendo:
- Aquela rapariga é tão bonita…
Deu-lhe um beijo e com o seu amor quebrou o feitiço fazendo assim com ela acordasse e Bela ao ver o príncipe também se apaixonou por ele.
Passaram 2 meses, eles decidiram casar. Então o rei todo entusiasmado exclamou:
- Vinde todos, vinde todos! Hoje é o casamento da minha filha. Vinde todos!…
E viveram felizes para sempre!!!
Susana - 4.º ano - EB1 Pombal -turma J1
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
Fada Oriana
"- Vai pela floresta fora e vê o mal que fizeste. Vê o que aconteceu aos homens, aos animais e às plantas que tu abandonaste. A olhar para ti esqueceste-te dos outros. Só tornarás a ter asas quando tiveres desfeito todo o mal que fizeste. Só tornarás a ter asas quando te esqueceres de ti a pensares nos outros."

(do livro "A fada Oriana de Sofia M. B. Andresen)
Turma J1 - EB1 Pombal

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
Hoje o texto que lemos foi escrito pela Luísa Ducla Soares .Esta senhora escreve livros para crianças.
Como somos curiosos,e gostamos de saber mais fizemos uma pesquisa na internet e descobrimos muitas novidades acerca desta escritora.
Se quiserem tambem saber mais cliquem no nome dela.
Luísa Ducla Soares
3ºano /turma J/Pólo de Pombal
A vendedora de fósforos
Estivemos a ler a história da "Vendedora de Fósforos" de Hans Christian Andersen.É uma história muito triste que conta como uma menina teve de sair de casa para vender fósforos com neve e muito frio. Ela acabou por morrer gelada, mas com um sorriso nos lábios.
Lê aqui toda a história.
Sabe mais sobre Hans Christian Andersen
Pólo do Pombal - turma J1
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
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