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sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Alto Douro Vinhateiro - Património Mundial

As turmas continuam a desenvolver o tema aglutinador do agrupamento - Alto Douro Vinhateiro - Património Mundial.
Fica aqui apenas um trabalho da turma do 4ºG sobre uma vista de estudo a uma vindima e a uma adega. Alunos e professores recolheram informação, tiraram fotografias, criaram um cartaz e, no final,realizaram um trabalho em conjunto sobre a atividade.
Brevemente colocar-se-ão outras tantas igualmente interessantes!



quarta-feira, 17 de maio de 2017

Feira de histórias

Vai realizar-se amanhã, dia 18 de maio, a Feira de Histórias. Educadoras, professores de Educação Musical e professores do 1º Ciclo têm vindo a trabalhar com os seus alunos para partilharem as suas histórias com os colegas, nas tendas que vão estar montadas no recinto escolar. 

Muitas histórias, muita dedicação e muita animação!


A biblioteca também vai apoiar!

As nossas tendas



segunda-feira, 11 de abril de 2016

Um chá com chapéu

Professores, assistentes operacionais, alunos e familiares juntaram-se para tomar um chá na escola, comer uns bolos, saber qual o chapéu vencedor e realizar um desfile pelo centro de Carrazeda de Ansiães. A vila viu desfilar mais de 140 chapéus todos diferentes e muitos deles bastante originais.
Parabéns aos pais que participaram com todo o interesse nesta iniciativa.




Durante o desfile os alunos distribuíram quadras sobre a Primavera, chapéus e flores que a biblioteca escolar realizou com os Amigos da Biblioteca.



quinta-feira, 10 de março de 2016

Chapéus há muitos...



A propósito do concurso "Chapéu de primavera para a prima Vera" deixo-vos uma história sobre chapéus:

     Vivia num país de céu cor de anil um rei que muito amava o seu povo e queria que ele fosse inteligente. A prova de que não era inteligente estava no fato de que aquele povo não sabia e não gostava de ler.  O rei passava dias e noites pensando: "Que fazer para que meu povo seja inteligente?". E, como não sabia o que fazer para isso, ficou triste.
     Viviam naquele país dois espertalhões, chapeleiros por profissão. Ficaram sabendo da tristeza do rei. E maquinaram um plano para ganhar dinheiro às custas dela. Dirigiram-se ao palácio e anunciaram: 
     - Fizemos doutoramentos no exterior sobre a arte de tornar o povo inteligente.
    O rei ficou felicíssimo: Por favor, expliquem essa ciência - disse.
  - Majestade, o que torna uma pessoa inteligente?  Com essa pergunta, abriram um álbum de fotografias.
  - Veja. Estão aqui as pessoas mais inteligentes da história. Em primeiro lugar, Merlin, o maior dos magos. Note que tem um chapéu de feiticeiro na cabeça. 
  Viraram a página e lá estavam as fotos dos doutores de Oxford e Harvard. Todos eles de chapéu na cabeça.
  - Veja agora o maior general de todos os tempos, Napoleão Bo­na­parte. Sabe Vossa Excelência a razão por que ele perdeu a batalha de Waterloo? Um espião inglês infiltrado lhe roubou o chapéu. Sem chapéu, não pôde competir com Wellington, que usava chapéu. E veja agora os grandes génios da humanidade: Sigmund Freud, Winston Chur­chill, Santos Dummont, todos com chapéus na cabeça. Os chapéus dão inteligência. Propomos, então, um programa nacional: "Chapéus para todos". Por pura coincidência somos chapeleiros e teremos prazer em ajudá-lo na sua cruzada contra a burrice. Montaremos muitas fábricas e lojas de chapéus..
  O rei ficou entusiasmadíssimo e lançou a campanha: "Chapéus para todos". Os outdoors se encheram de slogans: "Prepare-se para o mercado de trabalho: use um chapéu"; "Garanta um futuro para o seu filho: dê-lhe um chapéu!".
  A indústria chapeleira progrediu. Até as cidades mais pobres anunciavam com orgulho: "Também temos uma fábrica de chapéus...".
  Agências internacionais, sabedoras da campanha "cha­péus para todos", mediram os resultados dessa técnica pedagógica. Fizeram pesquisas para avaliar o efeito dos chapéus sobre os hábitos de leitura do povo. Mas o resultado foi desapontador. O número de chapéus na cabeça não era proporcional ao número de livros lidos. O rei ficou bravo. Mandou chamar os chapeleiros e pediu explicações.
- Senhores, o povo continua burro. O povo não lê...
Os espertalhões não se apertaram.
- Majestade, é que ainda não entramos na segunda fase do programa. Um chapéu não basta. Sobre o primeiro chapéu as pessoas terão de usar um pós-chapéu amarelo. 
  O rei acreditou. Tomou as providências para que todos pudessem ter pós-chapéus amarelos Daí para frente quem só usava o  primeiro não valia nada. Para conseguir um emprego, era necessário usar os dois chapéus.
  Mas nem assim o povo aprendeu a ler. 
  Aí os espertalhões explicaram ao rei que faltava o chapéu que realmente importava: o vermelho. O país ficou conhecido como o país dos chapéus. Todo o mundo tinha chapéu. O resultado da última pesquisa internacional sobre os hábitos de leitura do povo do país dos enchapelados ainda não foi anunciado. Assim, ainda não se sabe sobre o efeito do chapéu pós-vermelho sobre os hábitos alimentares da inteligência do povo. Mas uma coisa já é sabida: de todos, os mais inteligentes são os chapeleiros...


Rubem Alves 
Educador e escritor


A propósito de chapéus, alunos, pais e professores juntaram-se para embelezar a escola com verdadeiras maravilhas!
Ora vejam:











Agora, os pais vão visitar a escola e votar no chapéu mais lindo. O aluno vencedor e a sua turma vão receber uma surpresa!

No dia do desfile, os alunos vão oferecer uns marcadores de livros com quadras alusivas à primavera, com o apoio da biblioteca escolar.

sexta-feira, 4 de março de 2016

Iniciação à Programação no 1.º Ciclo do Ensino Básico de Carrazeda de Ansiães

A biblioteca escolar da EB1 do nosso agrupamento acolhe semanalmente a equipa que coordena o projeto "Iniciação à Programação" que têm vindo a desenvolver com os professores titulares de turma e os seus alunos do 3º e 4º ano o projeto-piloto.

                                  
                                   Iniciação à Programação no 1.º Ciclo do Ensino Básico 
A principal finalidade deste projeto-piloto é a de que os alunos não só aprendam a programar mas, ao mesmo tempo, aprendam programando. A programação, para além de desenvolver nos alunos a sua criatividade em ciências da computação, promove uma visão mais alargada dos diferentes usos do computador e contribui para o desenvolvimento do pensamento computacional.





quinta-feira, 24 de março de 2011

ARTICULAÇÃO ENTRE PRÉ-ESCOLAR E 1º CICLO

No dia 18 de Fevereiro realizou-se uma actividade de articulação entre o Pré-escolar e o 1º ciclo.
Os alunos do 1º ano deslocaram-se às salas do Pré-escolar, onde conviveram com as crianças e realizaram actividades, que a seguir apresentamos.
Assim, a turma A1 realizou a actividade na Área do Conhecimento do Mundo, em que realizaram experiências sobre a flutuabilidade.
A turma B1, na Área da formação Pessoal e Social, apresentou um vídeo sobre o corpo humano e de seguida os alunos construíram um puzzle do corpo humano.
A turma C1 explorou o tema das árvores e a sua constituição.
No final os alunos do 1º ciclo fizeram a avaliação das diferentes actividades e afirmaram que gostaram muito das mesmas.
Deixamos aqui algumas fotografias para verem como tudo correu muito bem.
Haverá mais actividades deste género e outras que partilharemos com quem nos visita no blogue.









sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Sessão de esclarecimento sobre a protecção à natureza




















Na quinta-feira, dia 20 de Janeiro de 2011, quatro agentes da GNR, dois da Escola Segura e dois da EPNA (Equipa de Protecção da Natureza e Ambiente), estiveram na nossa escola.
Juntamo-nos no polivalente com os meninos das turmas A1 e B1 e assistimos a uma sessão de esclarecimento sobre a protecção à natureza. Quem falou foi o sargento Azevedo, começou por falar da água e da importância de a pouparmos, falou dos incêndios, dos animais, da poluição, da reciclagem, dos dez mandamentos da natureza e mostrou-nos algumas armadilhas que as pessoas utilizam para caçar animais e que são proibidas.
Vamos agora dizer-lhes algumas das coisas que aprendemos:
- Não se deve lavar os dentes com a torneira aberta, pois assim, gastamos 10 litros de água. Devemos usar um copo.
- Devemos poupar água, pois só 3% é que é água doce.
- Não se deve deitar lixo para a água, senão os peixinhos morrem.
- Não se deve deitar lixo no chão, um vai para o caixote, outro devemos reciclar (plástico, vidro, papel e pilhas).
- Não se deve pescar peixes pequeninos, pois eles precisam de crescer para terem filhos.
- Vimos que na floresta vivem muitos animais.
- Que não se deve matar animais para fazer roupa, carteiras e sapatos.
- Os incêndios queimam as árvores e matam muitos animais.
Uma coisa que nós gostamos muito foi ver as “ratoeiras” que eles trouxeram. A grande era para caçar raposas e a pequena para caçar coelhos. O sargento explicou como os animais ficavam presos nelas. Também vimos a gaiola para apanhar pássaros e ouvimos o som que os chamava. No fim vimos as redes de pesca, que tal como as “ratoeiras” e as gaiolas, não se devem usar. Essas redes tinham os buraquinhos muito pequenos e apanhavam os peixes pequeninos.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Comunicar em segurança

No dia 17 de Fevereiro, a G.N.R veio fazer uma acção de informação à nossa sala, para nos ensinar a comunicar em segurança.
Formámos grupos, para responder a um questionário. Depois de respondermos, a G.N.R mostrou, no quadro interactivo, o mesmo questionário dizendo-nos qual a resposta correcta e explicando-nos o porquê.
Vimos um filme que nos ensinava a não ridicularizar os outros, tanto na Internet como na nossa escola, turma e grupo.
Depois de mais algumas perguntas, a G.N.R passou outro filme. Esse mostrava que não devemos criticar os outros à frente de todos. Explicaram-nos que não devemos dar a nossa password a ninguém, nem mesmo aos nossos amigos, porque isso pode trazer-nos consequências graves.
Gostámos muito desta acção de informação, mas acima de tudo aprendemos como comunicar em segurança.

4º Ano Turma G


terça-feira, 4 de maio de 2010

A Europa na sala do 4ºF

A Professora Cândida levou os seus alunos a pesquisar e descobrir os países da Europa. Cada aluno pesquisou sobre um determinado país e apresentou o seu trabalho. No final, criaram um painel sobre este tema.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Cantaram-nos os Reis!


Os alunos do 1º ciclo da escola sede presentearam a biblioteca com uma linda canção dos Reis. Cantaram todos muito afinados e por isso choveram alguns rebuçados. As coroas enfeitavam as cabeças dos cantores e pairava a alegria dos alunos por onde passavam.

terça-feira, 10 de junho de 2008

Para rir


Um Maluco pergunta ao outro.
- Que horas são?
- São 23 quilos
- Já, bolas! Estou atrasado 10 gramas.

- Meninos, se eu deitar esta moeda nesta solução ácida, ela dissolve-se?
- Claro que não, senhor professor!
- Então explique lá Zézinho?
- Se a moeda se dissolvesse o senhor professor não a deitava.

- Joãozinho já acabou os trabalhos de casa?
- Sim mãezinha.
- Mas como, se a folha está em branco? - Observou a mãe.
- Pois está! Porque o tema da composição era
«As consequências da preguiça.»

Diogo, Paulo e Andreia

Pólo de Fontelonga

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Para rir

Professora: Em que dia nasceste, Tiago?
Aluno: Deve ter sido num domingo, porque eu não me lembro de ter ido à escola.



A professora disse aos alunos para fazerem um desenho.
O Joãozinho diz:
- Já fiz, um metropolitano.
A senhora professora chega lá e diz:
- Eu não estou a ver nada.
E o Joãozinho disse:
-Pois a senhora professora demorou tanto tempo que ele já se foi embora.


Qual é a cidade mais rica de Portugal.
- É o Porto.
- Imaginai que até o rio é d’ouro.



A professora disse para o Joãozinho:
- Porque choras? Os meninos que choram são feios,
- Então a senhora professora chorou muito quando era criança.




Pólo de Fontelonga