A Professora e Diretora do jornal Pombal, Fernanda Natália, deu um destaque especial à Biblioteca Escolar na publicação de Outubro. Este jornal é propriedade da Associação Recreativa e Cultural de Pombal de Ansiães.
Este mês foi bastante recheado de atividades que foram desenvolvidas no âmbito do Mês Internacional das Bibliotecas Escolares.
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terça-feira, 26 de novembro de 2013
quarta-feira, 10 de abril de 2013
quarta-feira, 14 de maio de 2008
O meu fruto preferido
A minha fruta preferida é a maçã.A maçã é colhida da macieira no Verão no mês de Agosto e Setembro .
As maçãs quando estão maduras são amarelas.
Eu tiro-lhe a casca e como-as.
Que boas !
Marta Araújo – 1º ano
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O meu fruto preferido é a cereja .A cereja vêm da cerejeira .
O meu pai tem umas cerejeiras em Paradela.
No mês de Maio é quando há cerejas .
Cândida 1.º ano
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O meu fruto preferido é a maçã.
A maçã é vermelha, amarela e verde.
Eu gosto da maçã porque sabe bem e nos faz bem com casca à saúde.
A maçã vem da macieira.
Tiago – 1º ano
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EB1 Pombal
12 de Maio de 2008
quinta-feira, 8 de maio de 2008
A Natureza
A MATANÇA DO PORCO
A matança do porco é tirar o porco da loja onde ele está e não o deixar fugir.
Mete-se a faca no pescoço para ele morrer.
Leva-se para cima de um banco ou mesa grande.
Tiram-se-lhe as tripas, o coração, pulmões, etc.
Depois de lhe tirar tudo pendura-se numa escada.
Cai-lhe o sangue para um balde e depois pendura-se num pau.
Depois de seco, passado um dia ou dois, tiram-se-lhe as costelas e a carne. Uns dias depois fazem-se as alheiras com o sangue do porco e os salpicões.
A matança do porco é muito cruel, mas a carne sabe muito bem.
Carlos - 4.º ano
EB1 Pombal turma J1
Mete-se a faca no pescoço para ele morrer.
Leva-se para cima de um banco ou mesa grande.
Tiram-se-lhe as tripas, o coração, pulmões, etc.
Depois de lhe tirar tudo pendura-se numa escada.
Cai-lhe o sangue para um balde e depois pendura-se num pau.
Depois de seco, passado um dia ou dois, tiram-se-lhe as costelas e a carne. Uns dias depois fazem-se as alheiras com o sangue do porco e os salpicões.
A matança do porco é muito cruel, mas a carne sabe muito bem.
Carlos - 4.º ano
EB1 Pombal turma J1
quarta-feira, 7 de maio de 2008
quarta-feira, 30 de abril de 2008
Aula de inglês / Dia da mãe
Hoje na aula de Inglês com a professora Sónia fizemos trabalhos para o Dia da Mãe. Os do 1º ano fizeram um caracol , os do 3º fizeram um quadro com um vaso com duas flores e os do 4º fizeram flores e borboletas para pôr num vaso.
Francisco 3º ano Escola do Pombal.

Todos gostámos desta actividade porque é um presente para as nossas MÃES.
Francisco 3º ano Escola do Pombal.
terça-feira, 29 de abril de 2008
A visita à Feira do Livro
Plano da redacção:
1. Transporte
2. Livros
3. Escritora
4. Histórias que contou
5. Regresso
Os meninos do Primeiro Ciclo do Concelho de Carrazeda de Ansiães foram à Feira do Livro no dia 28 de Abril, de tarde.
Às treze horas e cinquenta minutos, veio o autocarro da Nordestina para nos levar aos Bombeiros, onde fica a Feira do Livro.
Ao chegarmos, vimos muitas prateleiras com vários livros. Alguns meninos até compraram, outros só viram. O professor aconselhou a ler os livros que tinham a etiqueta “Ler +”.
A escritora que foi convidada chama-se Cidália da Conceição Azevedo Fernandes. Nasceu em Vieiro, concelho de Vila Flor, no dia 14 de Março de1961. Viveu também no Pinhal do Norte em Carrazeda.
As histórias que nos contou foram:
Alberto e a árvore de Natal,
Alberto na Antárctida.
Ela está a escrever um livro sobre o Dia Mundial da Criança. A escritora vai muitas vezes às escolas contar histórias.
Chegámos à escola por volta das dezasseis horas.
Estávamos à espera de uma coisa muito diferente, com teatro, com mais emoção e no fim até foi divertido, porque cantámos uma canção.
Para saberes mais sobre a escritora, podes visitar este endereço: http://www.livrodirecto.pt/content/view/156/173/
REDACÇAO COLECTIVA turma J1 da EB1 de POMBAL
1. Transporte
2. Livros
3. Escritora
4. Histórias que contou
5. Regresso
Os meninos do Primeiro Ciclo do Concelho de Carrazeda de Ansiães foram à Feira do Livro no dia 28 de Abril, de tarde.
Às treze horas e cinquenta minutos, veio o autocarro da Nordestina para nos levar aos Bombeiros, onde fica a Feira do Livro.
Ao chegarmos, vimos muitas prateleiras com vários livros. Alguns meninos até compraram, outros só viram. O professor aconselhou a ler os livros que tinham a etiqueta “Ler +”.
A escritora que foi convidada chama-se Cidália da Conceição Azevedo Fernandes. Nasceu em Vieiro, concelho de Vila Flor, no dia 14 de Março de1961. Viveu também no Pinhal do Norte em Carrazeda.
As histórias que nos contou foram:
Alberto e a árvore de Natal,
Alberto na Antárctida.
Ela está a escrever um livro sobre o Dia Mundial da Criança. A escritora vai muitas vezes às escolas contar histórias.
Chegámos à escola por volta das dezasseis horas.
Estávamos à espera de uma coisa muito diferente, com teatro, com mais emoção e no fim até foi divertido, porque cantámos uma canção.
Para saberes mais sobre a escritora, podes visitar este endereço: http://www.livrodirecto.pt/content/view/156/173/
REDACÇAO COLECTIVA turma J1 da EB1 de POMBAL
quarta-feira, 16 de abril de 2008
Uma dor insignificante
Um dia 16 de Setembro de 2006, eu, Susana Oliveira Fernandes Santos, parti o pé esquerdo.
Quando fui para o hospital de Bragança pensava sempre que nunca mais ia curar o pé, doía muito.
Enquanto esperava que fosse chamada, via pessoas piores do que eu:
pessoa em camas a levar soro;
pessoas em cadeiras de rodas;
pessoas com ligaduras na cara, nos braços, nas mãos, etc. ;
Quando fui para o hospital de Bragança pensava sempre que nunca mais ia curar o pé, doía muito.
Enquanto esperava que fosse chamada, via pessoas piores do que eu:
pessoa em camas a levar soro;
pessoas em cadeiras de rodas;
pessoas com ligaduras na cara, nos braços, nas mãos, etc. ;
pessoas com queimaduras graves;
pessoas deficientes.
E vi muitas mais pessoas doentes.
Quando vi que havia pessoas piores do que eu, pensei que a minha dor já era insignificante.
Quando vi que havia pessoas piores do que eu, pensei que a minha dor já era insignificante.
Susana 4ºano Turma J1
EB1 Pombal
sexta-feira, 11 de abril de 2008
Explorando a electricidade...
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Poesia do nh
O Tiago foi para a banheira.
A Martinha acendeu uma fogueira.
A Sabrina viu uma joaninha em cima de uma doninha.
A aranha fugiu para a toca da minhoca.
A cegonha caiu no buraco e ficou com vergonha.
A galinha ía atrás de uma minhoca, mas ela fugiu para a toca.
A tia foi para a cozinha e fez canja de galinha.
O passarinho foi para o ninho tratar do seu filhinho.
O Artur bebeu o vinho pelo seu belo copinho.
O sapinho foi para o lago tomar o seu banhinho para ficar limpinho.
Alunos do 1º ano/ turma J/ Pólo de Pombal
A Martinha acendeu uma fogueira.
A Sabrina viu uma joaninha em cima de uma doninha.
A aranha fugiu para a toca da minhoca.
A cegonha caiu no buraco e ficou com vergonha.
A galinha ía atrás de uma minhoca, mas ela fugiu para a toca.
A tia foi para a cozinha e fez canja de galinha.
O passarinho foi para o ninho tratar do seu filhinho.
O Artur bebeu o vinho pelo seu belo copinho.
O sapinho foi para o lago tomar o seu banhinho para ficar limpinho.
Alunos do 1º ano/ turma J/ Pólo de Pombal
segunda-feira, 3 de março de 2008
Visita do senhor Bispo à Escola do Pombal
O Senhor Bispo de Bragança e Miranda veio à escola do Pombal dia 3 de Março à tarde.Nas aulas de Religião e Moral Católica preparámos a visita: ensaiamos uma canção, treinámos uma coreografia, fizemos um coração em cartolina vermelha para colocar uma velinha.
Nesse dia fizemos uma passadeira de flores de mimosas e camélias para o sr. Bispo passar. À chegada cantámos uma canção para lhe dar as boas tardes e batemos-lhe palmas. Dentro da sala de aula acendemos as velinhas e cantámos uma canção “Esta luz pequenina”. A Tatiana ofereceu uma vela ao Sr. Bispo e deu-lhe dois beijinhos. Ele agradeceu dizendo que somos os futuros homens e mulheres do nosso concelho, por isso devemos estudar muito.
Depois de conversar um bocadinho com os professores, despediu-se e foi para a escola de Linhares.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
A lenda da Lagoa das Sete Cidades

Era uma vez uns reis que viviam na Atlântida. Os reis eram Branco Pardo e a sua mulher Branca-Rosa. Eles podiam ser felizes porque eram reis, mas não eram pois eles queriam ter uma filha ou um filho.
Um dia os deuses propuseram-lhe o seguinte: davam-lhe uma filha, mas ela tinha de cumprir 20 anos sem a ver. A filha ficava a morar nas Sete Cidades. Claro que não aguentaram a curiosidade e foram à Lagoa das Sete Cidades.
Um vulcão entrou em actividade e destruiu a cidade.
Numa lagoa ficou o chapéuzinho azul e noutra lagoa ficaram os sapatinhos verdes…
Um dia os deuses propuseram-lhe o seguinte: davam-lhe uma filha, mas ela tinha de cumprir 20 anos sem a ver. A filha ficava a morar nas Sete Cidades. Claro que não aguentaram a curiosidade e foram à Lagoa das Sete Cidades.
Um vulcão entrou em actividade e destruiu a cidade.
Numa lagoa ficou o chapéuzinho azul e noutra lagoa ficaram os sapatinhos verdes…
Resumo da Bruna da EB1 do Pombal
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
A Lenda dos Três Rios
Era uma vez três rios que nasceram em Espanha. Chamavam-se Douro, Tejo e Guadiana. Estavam um dia a contemplar as nuvens e perguntaram-lhes donde vinham.
- Do mar - responderam elas. - É o nosso pai e o nosso avô.
- Onde fica o mar? - perguntaram os rios.
- Lá longe, em Portugal - responderam as nuvens.
- É grande?
- É, é muito grande.
- Havemos de ir ver o mar.
E combinaram que no dia seguinte iriam os três ver o mar. Assim fizeram.
O Guadiana acordou primeiro e lá foi calmamente, contemplando os montes e as belezas que o espreitavam, e escolhendo os caminhos por onde passava, ao chegar a Vila Real de Santo António parou maravilhado. O segundo foi o Tejo. Quando acordou já o sol ia alto. Começou a andar depressa, quase não escolhendo caminho, mas, quando entrou em Portugal, pensou lá consigo que já deveria ter muito avanço e lembrou-se de gozar as campinas e os montes, espreguiçando-se nas margens planas, antes de se lançar nos braços do avô. O Douro, quando acordou e se viu só, nem esfregou os olhos. Partiu à pressa por desfiladeiros e precipícios, não escolhendo caminho, nem pensando em gozar a natureza.
Assim foi ele que, muito sujo e enlameado, chegou em primeiro lugar. E assim é também que os nossos três rios mais importantes têm características diferentes
retirada daqui pela escola do Pombal turma J1
- Do mar - responderam elas. - É o nosso pai e o nosso avô.
- Onde fica o mar? - perguntaram os rios.
- Lá longe, em Portugal - responderam as nuvens.
- É grande?
- É, é muito grande.
- Havemos de ir ver o mar.
E combinaram que no dia seguinte iriam os três ver o mar. Assim fizeram.
O Guadiana acordou primeiro e lá foi calmamente, contemplando os montes e as belezas que o espreitavam, e escolhendo os caminhos por onde passava, ao chegar a Vila Real de Santo António parou maravilhado. O segundo foi o Tejo. Quando acordou já o sol ia alto. Começou a andar depressa, quase não escolhendo caminho, mas, quando entrou em Portugal, pensou lá consigo que já deveria ter muito avanço e lembrou-se de gozar as campinas e os montes, espreguiçando-se nas margens planas, antes de se lançar nos braços do avô. O Douro, quando acordou e se viu só, nem esfregou os olhos. Partiu à pressa por desfiladeiros e precipícios, não escolhendo caminho, nem pensando em gozar a natureza.
Assim foi ele que, muito sujo e enlameado, chegou em primeiro lugar. E assim é também que os nossos três rios mais importantes têm características diferentes

retirada daqui pela escola do Pombal turma J1
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
Sonhos de Carnaval
A elaboração dos sonhos de Carnaval foi muito mais movimentada do que dão a perceber as fotos. Uma avaria técnica da máquina fotográfica impediu uma melhor reportagem. As nossas desculpas...Pólo do Pombal
Sonhos de Carnaval
Ingredientes :
6 ovos
raspa de laranjas
1 copo de água ardente
18 colheres de azeite
18 colheres de açúcar
18 colheres de leite
1 colher de chá de bicarbonato
1 colher de café de pó royal
2 colheres de sopa de farinha maizena
Farinha q.b. até poder moldar com as mãos.
Preparação :
Batem-se os ovos com o açúcar e depois de batidas junte-lhe a água ardente a raspa das laranjas, o azeite, o leite, por fim incorpore a farinha, o fermento e a maizena e deixa-se levedar 20 min. em sitio quente.
Fazem-se bolinhos e fritam-se em óleo bem quente, polvilham-se com açúcar e canela.
Pólo do Pombal
6 ovos
raspa de laranjas
1 copo de água ardente
18 colheres de azeite
18 colheres de açúcar
18 colheres de leite
1 colher de chá de bicarbonato
1 colher de café de pó royal
2 colheres de sopa de farinha maizena
Farinha q.b. até poder moldar com as mãos.
Preparação :Batem-se os ovos com o açúcar e depois de batidas junte-lhe a água ardente a raspa das laranjas, o azeite, o leite, por fim incorpore a farinha, o fermento e a maizena e deixa-se levedar 20 min. em sitio quente.
Fazem-se bolinhos e fritam-se em óleo bem quente, polvilham-se com açúcar e canela.
Pólo do Pombal
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
Máscaras
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
A fada Oriana
"Oriana espreitou para dentro do casebre. A mulher do lenhador estava sentada no chão e tinha o filho a dormir no colo. Estavam os dois tão pálidos e tão magros que Oriana mal os reconheceu. Não havia nem cama, nem colchão, nem banco, nem móvel nenhum. Havia só, a um canto, um monte de trapos.
Oriana sentiu os olhos encherem-se de lágrimas. Sentiu um nó na garganta e um terrível peso sobre as suas costas. Era como se tivesse umas asas de chumbo."
Sofia de Mello Breyner Andresen, A fada Oriana.
Repara nas três expressões que mostram a tristeza da fada: "nó na garganta"; "peso sobre as suas costas"; "asas de chumbo"
EB1 Pombal - Turma J1
Oriana sentiu os olhos encherem-se de lágrimas. Sentiu um nó na garganta e um terrível peso sobre as suas costas. Era como se tivesse umas asas de chumbo."
Sofia de Mello Breyner Andresen, A fada Oriana.
Repara nas três expressões que mostram a tristeza da fada: "nó na garganta"; "peso sobre as suas costas"; "asas de chumbo"
EB1 Pombal - Turma J1
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
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